quarta-feira, 24 de abril de 2013

Não se Preocupe, Ninguém viu…apenas DEUS!


A traição virtual impera. Tornou-se um passatempo da moda e uma conduta socialmente aceita. A Internet tornou-se um meio de comunicação muito poderoso onde podemos trair sem culpa, pois muito provavelmente, nunca iremos conhecer de fato aquela pessoa. Nos tornamos mais amigos, mais íntimos, mais tudo de completos desconhecidos, pois com a proteção do monitor, E daí nascem os infiéis virtuais. Na Net ainda acontece algo curioso: As pessoas não acham que sexo virtual seja traição. São amantes efêmeros, capazes de estratégias cada vez mais naturais e eficientes para preservar as escapadas em silêncio. A maioria acredita que a iniciativa não pode ser recriminada. Fazem do anonimato o álibi perfeito e do computador o esconderijo que lhes permite dar asas à imaginação. Mexeu com a fantasia, mexeu com tudo! Quando as possibilidades são infinitas, tudo se torna mais interessante.

Há ainda o risco da pedofilia virtual, pois aquela pessoa com a qual você trocou as maiores confidências da sua vida, e que lhe pareceu tão madura, na verdade pode ser um(a) adolescente cheio(a) de espinhas!

Não se pode negar que a entrada do virtual na vida dos casais tem que ser entendida como um mundo novo.

Conversando com um amigo cheguei a conclusão que este é um mal tipico da nossa própria geração, com o avanço tecnológico do ser humano, o inimigo das nossas almas também se adaptou aos novos tempos.

Os tempos de fato mudaram, mas não a atualidade da palavra de Deus, e as advertências bíblicas continuam as mesmas.Na explicação de Jesus acerca do “Não adulterarás”, o pecado não esta apenas no ato físico em si, mas também no fato de ambientarmos a ideia em nossa mente, pecado consumado gera morte, pecado consumado na mente também… Não podemos impedir que uma ave voe sobre a nossa cabeça. mas podemos impedir que faça seu ninho e choque seus ovos…

O pecado não consumado fisicamente, mas ambientado em nossa mente, também nos escraviza, muda nosso comportamento, rompe a comunhão com Deus e nos destrói.

Faço um apelo aos meus amigos usuários e demais leitores do Grupo e do Blogue, vamos fazer de fato a diferença neste espaço. proteja o seu coração, sua mente, sua família e acima de tudo a sua fé. Muitos estão sendo destruídos pela internet, mantendo as aparências mas na verdade acabados, no fundo do poço espiritual.

A internet, é um mundo virtual que mais tem tragados cristãos para os laços da prostituição e infidelidade, Já entrou em salas de bate-papo evangélicas? se já sabe do que eu estou falando e não pense que as pessoas de lá mentem quando dizem que são cristãs, de fato o são, pelo menos nominalmente.

Que a morte de Cristo seja de fato a nossa morte e a sua ressurreição a nossa ressurreição para uma nova vida.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Como evitar um caso extraconjugal




É muito bom ter sempre em mente que não existe nada que seja irresistível, somos senhores de nossas ações e, portanto, responsáveis por elas. Quando alguém diz que “perdeu a cabeça” está se referindo a algo anormal sendo recomendável, pois, que procure tratamento. Mas o que ocorre na maioria das vezes é se deixar levar pela vontade, sem pensar nas consequência.

As razões para a infidelidade conjugal são tão variadas quanto as pessoas que se envolvem nela. Emily M. Brown, LCSW, diretora de Terapia Key Bridge & Centro de Mediação, em Arlington, VA, trabalha com casais, indivíduos e famílias sobre as questões subjacentes no casamento, divórcio e traição. Brown categorizou os motivos para relacionamentos fora do casamento como sendo: para evitar conflitos, por falta de intimidade, vício sexual, personalidade dividida e fuga. O que se destaca nesse e em outros estudos é que a infidelidade é fruto da insatisfação pessoal e não necessariamente com o casamento, pois, nem sempre os relacionamentos extraconjugais são sinais de que o casamento é ruim.

Em alguns casos, os cônjuges podem aparentar satisfação, mas a infidelidade acontece por causa de sua própria baixa auto estima, para evitar conflitos habituais ou por medo da intimidade. A insegurança diante de uma mudança na vida, como se tornar um pai ou mãe ou mesmo a idade também podem fazer com que a pessoa procure um caso como uma auto afirmação.

Também a rotina estabelecida pelo comodismo, sem planejamento a dois, pode reforçar o sentimento de insatisfação no cônjuge inseguro, favorecendo a carência que pode levá-lo ao engano de buscar em outro par o que acredita não possuir ou não ter capacidade de desenvolver em casa.

Compreende-se, dessa forma, que uma maneira eficaz de evitar um caso extraconjugal seja cuidar de si mesmo, de sua auto estima, seu equilíbrio emocional. A atração por outra pessoa pode acontecer, o que não justifica entregar-se a ela, afinal, a infidelidade conjugal provoca grande impacto emocional sobre a vida das pessoas, sejam elas traídas ou traidoras.

Amando-se, estando bem consigo mesmo, a pessoa está apta a amar e multiplicar amor e compreender o quanto é importante cuidar da relação com o cônjuge. O relacionamento a dois é uma construção diária que se inicia e se estende pelo amor, mas que necessita de outros pilares para manter-se, como: a amizade e o respeito. A amizade pressupõe a compreensão do outro em suas dificuldades, o carinho e desvelo com que se dedica a viver bem num relacionamento de tamanha intimidade. O respeito então se manifesta na preocupação de considerar as diferenças na maneira de agir e pensar do outro.

Nesse sentido, o que se evidencia é o diálogo franco pelo qual os cônjuges busquem o entendimento, compreendam ideais distintos e cheguem a um acordo que satisfaça a ambos. A partir disso será possível criar rotinas saudáveis adaptáveis à vontade dos dois e, consequentemente, promover a harmonia familiar.

Pessoas equilibradas, lar edificado, relação de amor, amizade e respeito terão por fruto casais que compreendem que a vida tem muito mais sentido quando pautada na alegria e no prazer de ser para o outro o que deseja para si mesmo.

Nesse contexto, o engodo da infidelidade deixa de ser uma opção!

Como superar o ciúme




Em medidas razoáveis, o ciúme pode não causar problemas. Muitas pessoas até acreditam que quem ama sente ciúme. Porém, o que acontece é que o sentimento de zelo e cuidado está longe de ser considerado ciúme, pois este é o resultado da posse que um indivíduo tem pelo outro. A posse é uma ilusão e por isso causa dores e destrói relacionamentos. Ela atrapalha a relação entre duas pessoas, pois impede que o respeito e a confiança façam parte da convivência. Por tudo isso é de grande importância evitar o ciúme. Ele é destruidor, adoece a emoção dos envolvidos e em alguns casos pode até levar à tragédia. E como dizia Osho, “o homem ciumento vive num inferno”.

Quando o amor é estimulado, o respeito e a confiança passam a fazer parte da vida do casal. Evitar o ciúme é papel de todos, pois ele sempre surge nos momentos mais diversos e basta um estímulo para que ele tome espaço e ganhe força. É possível evitar que isso aconteça, mas tem que existir força de vontade e uma consciência apurada. Que tal deixar de defender que ciúme é bom e tirá-lo das suas relações? O cuidado faz bem, o ciúme traz infelicidade. Veja como fechar as portas para o ciúme e não cair nas suas armadilhas.

Ninguém é de ninguém.
É de grande importância entender isso. Os indivíduos se relacionam para compartilhar experiências e, juntos, aprender a desenvolver as virtudes e vivenciar o amor. Ao se relacionar, ninguém passa a ser de ninguém. O outro é uma pessoa única e merece ser respeitada no seu espaço e nas suas escolhas. Quando alguém acredita que tem a posse de outra pessoa, ela passa a acorrentá-la em sentimentos ruins. A cumplicidade desaparece e a harmonia também. Veja o outro como parceiro e não como propriedade. Tendo essa consciência será mais fácil combater que o ciúme envolva o relacionamento e consiga destruí-lo.

Confie.
Se você escolheu alguém para amar e conviver, comece confiando nele. Quando existe confiança, o ciúme não tem onde se instalar.

Mantenha o diálogo.
Sempre que houver alguma dúvida, converse. Onde existe o diálogo, existe confiança. Ele também desfaz qualquer mal-entendido e aumenta a cumplicidade.

Não dê ouvidos às fofocas.
Fofoca é um comportamento que prejudica todo tipo de relação. Elas potencializam as ilusões provocadas pelo ciúme. Fuja delas e procure antes de tudo o diálogo.

As dicas apresentadas são de grande ajuda para quem deseja “prevenir” este mal. Mas também ajuda quem já sofre com as consequências dele. Segundo a psicóloga Marina Vasconcelos, “é preciso reaprender a relacionar-se sem o controle e libertar-se da angústia da dúvida para experimentar o prazer de um relacionamento saudável, onde ambos possam compartilhar momentos de tranquilidade, sem ter que abrir mão de sua individualidade ao mesmo tempo.” Afinal, tudo que se espera de uma relação é paz e harmonia.

Como quebrar o ciclo da raiva





















A raiva é uma emoção prejudicial à saúde, seja ela emocional, mental ou física. Segundo o estudo promovido pelo Centro Médico Cedars – Sinai e pela Southern California University, a raiva causa efeitos no fluxo sanguíneo, sendo prejudicial à cabeça e ao coração. Além disso, novos estudos feitos pela classe médica em todo o mundo têm provado que ela causa também mudanças na velocidade dos batimentos cardíacos, podendo causar arritmias no futuro. Além disso, existem os problemas gastrointestinais, tensão, aumento do risco de derrames e outros.

Mas os problemas gerados pela raiva não ficam apenas na esfera física. A raiva provoca outros males como estresse, isolamento, infelicidade, dentre outros. Uma pessoa que experimenta esta emoção com frequência tende a magoar os outros, causando o afastamento das pessoas que ama. Os relacionamentos se tornam mais difíceis, sejam eles amorosos, familiares ou sociais. Realmente é fácil perceber como a raiva pode tornar a vida mais difícil.

Mas será que é possível evitar que ela faça parte das nossas atitudes? Com certeza sim, afinal, somos seres passíveis a mudanças e mesmo que o comportamento seja adotado há anos, existem ferramentas que podem ser utilizadas para nos ajudar. É importante manter a calma na hora da raiva e adotar certas posturas para que ela seja controlada.

Um passo de cada vez.
Ninguém muda da noite para o dia. Não adianta exigir que uma pessoa seja controlada e paciente repentinamente. É necessário ir com calma e começar a mudar aos poucos. A reflexão também é muito útil. Se você começar a refletir nos males que a raiva produz, sentirá o desejo de mudar. Faça tudo com paciência e plante em você as sementes para que elas germinem com firmeza e dê bons frutos.

Paciência é essencial.
Os raivosos não têm paciência, isso é lógico. Portanto, para quebrar o ciclo da raiva é necessário começar a exercitar a paciência no dia a dia. Para isso existem várias técnicas como meditação, visualizações, relaxamento, alongamento e outras que podem ser feitas em casa mesmo. Pratique a paciência no dia a dia, como na espera de uma fila, no trânsito, no supermercado. Alimente sua vida com bem-estar para que nos momentos críticos os rompantes de raiva sejam cada vez menores.

Siga o exemplo do Mestre.
O Mestre nos dizia para fazermos aos outros o que gostaríamos que fizessem conosco, não é mesmo?! Pense no seu próximo e mesmo que ele seja o agressor, mentalize mais uma vez o Mestre nos dizendo que “quando nos baterem numa face, ofereçamos também a outra”. Não há exemplo melhor que esse.

Enfim, é necessário um trabalho diário de lapidação interior e força de vontade. Muitas pessoas alegam que não têm controle sobre a raiva e até procuram ajuda de profissionais. Isso é muito importante, pois toda ajuda é bem-vinda. A verdade é que todos querem ser pessoas melhores e para isso estão aqui neste mundo. Porém, devemos fazer a nossa parte. Devemos aceitar a responsabilidade de cada um na melhoria do nosso próprio comportamento, para que possamos ser exemplo para as pessoas que nos rodeiam.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

ORANDO POR SEU MARIDO



No capítulo anterior aprendemos a missão da submissão e como ela está intimamente relacionada à oração. Conheço o poder que a oração tem em um casamento. Quando meu marido e eu nos casamos, passamos por um período de ajustamento terrível e doloroso. Nós dois trazíamos muita bagagem dos nossos passados, e esperávamos que o outro satisfizesse as nossas necessidades e curasse as nossas feridas. 

Rapidamente nos sentimos derrotados e exaustos por não estarmos à altura de nossas próprias expectativas. Decidimos que era hora de procurar aconselhamento. Quando o primeiro conselheiro se mostrou incapaz de nos ajudar, procuramos outro, e assim sucessivamente. Finalmente, nos vimos sentados do outro lado da mesa de um pastor idoso que cruzou as mãos, reclinou a sua cadeira e soltou um profundo suspiro. Ele nos disse que Deus teria que consertar nossos corações separadamente e então costurá-los juntos outra vez. Fiquei estarrecida. Eu estava procurando por uma solução rápida e fácil. Pensei: Vamos lá Pastor, dê-nos um método em três etapas para a felicidade. Ele não tinha respostas fáceis, e eu saí sentindo-me totalmente sem esperança.

Naquela noite fiquei pensando no que ele nos tinha dito. “Deixem que Deus conserte seus corações separadamente e depois Deus os costurará juntos outra vez”. Como Deus poderia fazer isso? Nosso casamento era um desastre. O amor tinha sido substituído pelo frio silêncio. O romance tinha sido substituído por uma convivência embaraçosa. Ambos estávamos entorpecidos pela amargura e pelo ressentimento. Será que não seria melhor desistir? Com certeza um outro homem me trataria melhor, entenderia meus sentimentos e satisfaria as minhas necessidades.

Foi quando Deus penetrou em meu coração com uma simples ordem: “Ore pelo Art”. Orar? Eu tinha estado orando. Será que Deus não tinha ouvido meu clamor sobre tudo o que precisava de conserto no coração do meu marido? Eu tinha longas listas que apresentava a Deus e ao Art regularmente. Ficava esperando que um raio vindo do céu o atingisse e mostrasse como estava errado. Tenho certeza de que ele pensava o mesmo a meu respeito. Pensei que Deus iria “consertá-lo”, mas ao invés disso Deus modificou o meu coração. Agora, quando oro pelo meu casamento, na maioria das vezes oro para que Deus me dê a atitude correta no coração e a capacidade de respeitar o meu marido em qualquer circunstância.

Em seu best-seller, The Power of a Praying Wife, Stormie Omartian nos conta suas experiências sobre como a oração transformadora pode entrar em um casamento. Neste livro que fala do poder que há na vida de uma esposa que ora, ela escreveu:
Comecei a orar todos os dias pelo Michael (seu marido), como nunca havia orado antes. No entanto, a cada oração, eu tinha que confessar a minha própria dureza de coração. Mais tarde, percebi como estava magoada com ele e quanto rancor guardava. Não quero orar por ele. Não quero pedir que Deus o abençoe. Só quero que Deus lhe mande um raio (lhe soa familiar?) e lhe prove como tem sido cruel, eu pensava. Tive que dizer muitas e muitas vezes: “Deus, eu confesso o meu rancor em relação ao meu marido. Livre-me deste rancor”.

Aos poucos, comecei a perceber algumas mudanças em nós dois. Quando Michael chegava zangado, ao invés de reagir negativamente, eu orava por ele. Perguntava-lhe o que poderia fazer para melhorar as coisas. Ele me mostrava. A ira do meu marido foi se tornando cada vez menos freqüente e de mais curta duração. A cada dia, as orações construíam algo positivo. Nossa vida ainda não é perfeita, mas nós já percorremos um longo caminho. Não tem sido fácil, mas estou convencida de que o esforço necessário para andar no caminho de Deus é compensador.1 Eu acredito no poder da oração, segundo as Escrituras, tanto para mim como esposa, como para o meu marido. Se você não tem certeza de como começar a orar pelo seu casamento, aconselho que siga o exemplo de Stormie, começando a orar como ela.

Deixe-me oferecer-lhe uma última palavra de incentivo sobre o poder da oração em um casamento. Jamais conheci um casal que orasse junto regularmente, que não tivesse um casamento saudável. Não estou falando das orações padrão, aquelas que são decoradas. Não, estou falando de um casal que se coloca de joelhos, os dois juntos, perante o trono dos céus, e assim cada um abre o seu coração diante do Deus do universo. A atitude de orar juntos desta maneira costurará os dois corações como nada mais poderá fazê-lo. Se você nunca orou com o seu marido, comece com orações simples, curtas, e peça a Deus que lhes mostre como crescer nesta área em unidade. Se o seu marido se sente desconfortável orando em voz alta, então comece perguntando se vocês poderiam ajoelhar-se juntos e orar em silêncio. Então, peça fervorosamente a Deus que dê ao seu marido a coragem, e a você a sabedoria, para saber como incentivá-lo nesta área.

Todas as pessoas parecem estar procurando uma alma gêmea. Ouço falar de muitos casais que se separam porque decidiram sair e encontrar as suas almas gêmeas. Minha amiga, o ato de um casal orar junto transformará o seu relacionamento e fará dos dois verda¬deiras “almas gêmeas”. Não quero fazer promessas neste livro, mas esta eu faço sem reservas: um casal que ora unido, permanece unido.
Construindo o Seu Relacionamento – Escreva orações per¬sonalizadas à maneira das Escrituras para o seu marido hoje. Use aquelas apresentadas neste capítulo para ajudá-la a co¬meçar. Ore por ele freqüentemente.
Pensamento Para o Dia – Jamais conheci um casal que orasse junto regularmente, que não tivesse um casamento saudável.

Lysa TerKeurst – Trecho tirado do Livro Cative o coração Dele

domingo, 30 de dezembro de 2012

INCOMPATIBILIDADE DE GÊNIOS




O termo INCOMPATIBILIDADE DE GÊNIOS diz algo para você? Atualmente este é o termo mais utilizado para se dar explicações após o processo do divórcio ou de uma separação. Vários casais tentam se explicar aos amigos que no inicio do casamento, ou no namoro e noivado, eles até que se entendiam bem, se sentiam almas gêmeas, mas depois dos laços matrimoniais e da decisão de viverem juntos, alguma coisa começou a acontecer e inexplicavelmente depois de um certo tempo, aqueles que juraram amor eterno agora sofrem da síndrome do termo utilizado acima, ou seja, da incompatibilidade de gênios.
E mais uma vez, inexplicavelmente, eles estão rompendo anos de relacionamento, décadas de vida a dois, de filhos em comum, e entrando para o processo de Divórcio e separação, pois descobriram que tem incompatibilidade de gênios, em outras palavras, não dá mais para viverem uma vida a dois, pois já está insuportável viver com o cônjuge.
Você conhece alguém nesta situação?
Fique tranquilo, quem você conhece não está nisso sozinho não. Segundo dados do IBGE 2010, 25% dos casamentos estão terminando em divórcios, pois 80% dos casamentos estão experimentando um certo tipo de crise, de ajuste e até mesmo de relacionamento; Se estes casais permanecerem na crise, a probabilidade deles passarem a fazer parte desta estatística é muito alta. Provavelmente até 20% dos casamentos em crise irão ser desfeitos nos próximos 12 meses.
Por que isso acontece? Porque casais se conhecem, se apaixonam, se casam e depois seus casamentos acabam? Deixe-me te explicar os 6 Níveis de Relacionamentos que existem:
Nível 1 – Casamento com Amor e Paixão
Nível 2 – Casamento com Amor e sem paixão
Nível 3 – Casamento em Amizade / Conveniência – sem Amor e sem Paixão
Nível 4 – Planejamento de deixar o Relacionamento
Nível 5 – Re-inicio em Novo Relacionamento
Nível 6 – Decisão de permanecer Só
Nesses níveis de Relacionamento, um casal pode começar no nível 1 ou 2 e sem perceber, com suas atitudes e comportamentos ao longo dos anos, vir seu relacionamento desmoronar. Por que isso acontece? Porque os relacionamentos estão desenhados para se desenvolverem e crescerem. TUDO QUE NÃO CRESCE, definha e morre. Essa é uma lei do UNIVERSO, é preciso crescer sempre.
DEUS nos fez para crescermos a cada dia. Fomos criados bebe e naturalmente devemos crescer, se não crescemos naturalmente falando, vamos definhando até morrer. No casamento também é assim. Os casais TEM QUE CRESCER em relacionamentos, pois isso é uma escada.
Note que quem não sobe, acaba descendo.
Veja que vários casais começam com o nível 1, Amor e Paixão. No decorrer da vida, suas atitudes começam a mudar, passa a existir momentos de falta de perdão, problemas não resolvidos, mágoas arrastadas por longos dias e com isso vai se apagando a paixão, as conexões entre eles vai morrendo e o casal acaba passando para o nível 2, Amor sem paixão. Neste nível estão casados, se amam, cuidam um do outro, se ajudam, são companheiros, fazem coisas juntos, mas não tem a a paixão, quando fazem amor, fazem somente amor, sem o tesão, a loucura, a tara e a paixão do inicio e acaba virando ROTINA, e dai vai se perdendo o interesse ao longo do tempo, até entrar no nível 3 que é Amizade/Conveniência.
Neste nível 3 o amor já não esta mais presente, somente amizade, parceria, conversas, conveniências de se morar juntos e pagar contas, já se perdeu os alvos em comum, cada um passa a querer seu próprio alvo, seu barco, seu carro diferente e cada um paga suas contas pessoais e ase ajudam nas contas mútuas, e quando dá vontade ou um deles sente necessidade, se acasalam para suprir o físico, pois a alma já morreu há um tempão. Infelizmente essa situação também não dura e o casal vive infeliz pois não tem suas necessidades básicas supridas. Mas já se passaram muitos anos juntos, tem os filhos da relação, os amigos em comum, e separação é algo que a família não vê com bons olhos e nem a religião, então vamos levando até ............... um não aguentar mais e começar a planejar SOZINHO o fim da relação.
Talvez quando o cônjuge conseguir um emprego para se manter, ou quando os filhos saírem de casa, ou quando ganhar uma bolada, etc. Depois dessa situação um dos cônjuges toma coragem e sai, entrando no nível 5. E por se achar ainda jovem, não querendo ficar sozinho na velhice, querendo ter nova oportunidade de amar e ser amado por alguém, acaba se relacionando novamente para TENTAR a sorte outra vez. O nível 6 somente acontece quando o cônjuge já sai desse relacionamento extremamente machucado, ferido, sofrendo demais a separação e a dor dos filhos, e decide não mais se relacionar e ficar só. Esse é o nível 6 e o pior de todos, pois a pessoa irá se trancar em i mesma, criar seu mundo de ilusões e expectativas e viver isoladamente com tristeza, angústia e depressão. É o fim da Estrada.
O que fazer para que isso não ocorra com seu casamento?
É possível mudar de nível? Certamente que sim. Casais que trabalho no Coaching, levo-os a refletirem no lugar onde se encontram. O primeiro estágio é saber onde você está. O Segundo estágio é saber onde você quer chegar. Não importa em qual nível o casamento se encontre agora. É PRECISO LEVÁ-LO DE VOLTA AO NÍVEL 1 – URGENTE. Somente no nível 1 é garantida uma Vida Fenomenal no Casamento. Somente no Nível 1 os filhos viverão felizes e desejarão um casamento feliz e ajustado. É preciso VOLTAR AO NÍVEL 1.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Qual é a sua prioridade?



Nossos dias, meses e anos estão cada vez passando mais rápido. São pessoas nascendo, crescendo, morrendo. Algumas vivendo intensamente, outras com marasmo. Algumas com seriedade, outras não.

Preocupamo-nos em fazer uma boa faculdade, em ter uma boa qualificação no mercado de trabalho, em ter uma carreira bem sucedida.

Em nossas igrejas, ocupamos cargos importantes que ajudam pessoas e a organização. Cantamos em grandes corais, organizamos campanhas, preparamos estudos, entre outras coisas.

Dispomos de tempo para tudo. Para um futebol com amigos, umas compras no shopping, um cinema, um jantar importante, uma viagem programada, e assim vai.

Com essa vida corrida sempre temos prioridades diferentes. Prioridades essas, que muitas vezes ficam distorcidas e desajustadas.

Creio na seguinte ordem de prioridade:

Deus,
Cônjuge,
Filhos,
Trabalho,
Igreja.

Alguns me perguntam o que acontecerá se essa ordem for invertida? Eu certamente lhe direi que você terá problemas.

Penso em uma lógica básica. Deus, em sua infinita soberania, criou homem e mulher para seu louvor e pediu para ter seus filhos. Após isso, precisaram trabalhar, e só depois foi criada a igreja, em seu modelo físico.

Essa ordem é simples, mas não praticada. Vejo grandes executivos assinarem contratos importantes, conseguirem negociações que podem mudar a vida de suas empresas, mas simplesmente não conseguir falar com seu cônjuge e filhos. Líderes espirituais deixando de lado esposa e filhos para exercer a sua função dentro das igrejas.

Quanto tempo lhe resta nessa vida? Eu não sei! Mas uma coisa eu tenho certeza: ainda há tempo para fazer o ajuste de suas prioridades. Reavalie seus critérios.

Não seja culpado por um casamento frustrado, por um filho desgarrado, por uma igreja fraca, pois se deseja ser uma pessoa abençoada em tudo que fizer, busque andar na sequência de prioridades correta. Sendo um excelente cônjuge, um bom pai, uma boa mãe, você seguramente será um bom profissional, um bom amigo, enfim, uma pessoa abençoada

Sileny Cledison Santana